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Política monetária
40 análises
21 set
O fim de semana em seis regiões: a Duma muda de tamanho
As seis regiões no fim de semana: a Rússia deu ao partido do governo a maior bancada de sua história e maioria para mudar a Constituição, sob o maior ataque de drones já feito contra Moscou. A Venezuela foi recebida por dois governos em três dias. A Índia calculou o custo da lei americana sobre compradores de energia russa. E a Nigéria contou 37 mortos sob custódia de uma força federal, muitos deles adolescentes.
Arquitetura de segurança
19 set
A semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortou
O movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.
Política monetária
18 set
A Rússia abre três dias de votação com observadores barrados
A leitura cruzada desta sexta: a Rússia começou a eleger os 450 deputados da Duma com voto online em escala inédita, quase 1.300 observadores barrados e mais de 1 milhão de votos antecipados no Donetsk ocupado. A Índia viu a lei Graham transformar em alvo a metade russa do petróleo que importa. Wall Street chega ao vencimento trimestral um dia depois de subir com a alta do Fed, a Argentina voltou a encolher, a semana saudita terminou sob ataques cruzados com os houthis, e a maior abertura de capital da África segue aberta até 13 de outubro.
Arquitetura de segurança
18 set
Japão sobe o juro a 1,25% e fecha a semana do aperto global
O Banco do Japão elevou nesta sexta o juro básico de 1% para 1,25%, o maior nível desde 1995, por 7 votos a 2. É a terceira decisão do mundo rico na mesma semana e na mesma direção: o Federal Reserve subiu o juro na quarta, pela primeira vez em três anos, e o Banco da Inglaterra manteve a taxa na quinta. Setembro registra a maior alta média de juros das dez economias ricas desde julho de 2023. No Brasil, que cortou a Selic na contramão, o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares em dois leilões extraordinários nesta manhã, com o dólar acima de 5,16 reais.
Energia
17 set
Kiev sob ataque no dia em que as sanções chegam a Trump
A leitura cruzada desta quinta: a Rússia lançou 157 drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada em que a Câmara americana aprovou, por 262 a 159, a lei que pune com tarifas de até 100% os compradores de energia russa. O Banco da Inglaterra segurou o juro em 3,75% um dia depois da alta do Federal Reserve. A missão da ONU viu indícios de crimes de guerra americanos no Irã, o Japão trocou ministros sem trocar a política econômica, e a abertura de capital da refinaria Dangote derrubou aplicativos de investimento na Nigéria.
Arquitetura de segurança
16 set
A conta da guerra chega ao Pentágono e o mundo espera o juro
A leitura cruzada desta quarta: o inspetor-geral do Pentágono contou 33,4 bilhões de dólares de custo de guerra e centenas de prédios danificados em bases americanas de oito países. A inflação britânica subiu a 3,1% na véspera da decisão do Banco da Inglaterra, o Japão espera a maior taxa de juros desde 1995, e o estreito de Ormuz chegou ao dia 200 com dois navios atacados desde sábado. No México, o segundo Grito de Sheinbaum reuniu mais de 300 mil pessoas, e em Lagos a abertura de capital da refinaria Dangote segue aberta até 13 de outubro.
Arquitetura de segurança
16 set
Copom e Federal Reserve decidem hoje em sentidos opostos
O Federal Reserve, o banco central americano, anuncia às 15h de Brasília a decisão de juros desta quarta, e os contratos futuros dão 93% de chance à primeira alta desde 2023, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Depois das 18h30, o Copom, o comitê de juros do Banco Central brasileiro, deve anunciar o quinto corte seguido da Selic, de 14% para 13,75%. Se as duas apostas se confirmarem, a distância entre os dois juros encolhe meio ponto num único dia, com o petróleo perto de 108 dólares e o presidente americano pedindo em público o contrário do que o próprio Federal Reserve deve fazer.
Política monetária
15 set
Quatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108
A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.
Arquitetura de segurança
14 set
O fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêm
A leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.
Arquitetura de segurança
12 set
A semana em que o mundo subiu o juro e o Brasil deflacionou
O movimento da semana em Finanças: o BCE subiu o juro em Berlim por causa do petróleo de guerra, a inflação americana acelerou e levou a chance de alta do Federal Reserve a 90%, e o Brasil mediu deflação de 0,32%, a maior em quatro anos, com duas travas de prazo curto dentro. Na quarta-feira, Copom e Federal Reserve decidem no mesmo dia, e a distância entre os dois juros pode encolher meio ponto de uma vez.
Política monetária
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