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16 setA conta da guerra chega ao Pentágono e o mundo espera o juroA leitura cruzada desta quarta: o inspetor-geral do Pentágono contou 33,4 bilhões de dólares de custo de guerra e centenas de prédios danificados em bases americanas de oito países. A inflação britânica subiu a 3,1% na véspera da decisão do Banco da Inglaterra, o Japão espera a maior taxa de juros desde 1995, e o estreito de Ormuz chegou ao dia 200 com dois navios atacados desde sábado. No México, o segundo Grito de Sheinbaum reuniu mais de 300 mil pessoas, e em Lagos a abertura de capital da refinaria Dangote segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança15 setQuatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.Arquitetura de segurança14 setO fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêmA leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.Arquitetura de segurança12 setA semana em que o Canadá mediu o preço de responderO movimento da semana em Produção: as contratarifas canadenses entraram em vigor com 80% de apoio interno, Washington respondeu com proibições de importação, e no fim da semana os dois lados voltaram a negociar. A China escolheu outra rota: superávit recorde de 119 bilhões de dólares em agosto, com chips crescendo 129,8%, duas semanas antes da visita de Xi Jinping a Washington. Para o Brasil, que negocia a reunião de 30 de setembro, o experimento canadense é a medição que faltava.Cadeia de semicondutores11 setOs houthis tomam a segunda saída do petróleo no dia 196Os aliados do Irã no Iêmen completaram a tomada de Bab el-Mandeb, o estreito que liga o mar Vermelho ao oceano Índico: depois do porto de Mokha e da cidade de Dhubab, ocuparam a ilha de Perim sem combate. Com Ormuz já fechado pela guerra, as duas saídas marítimas do petróleo do Golfo passam a depender de Teerã e dos seus aliados. No mesmo dia, o BRICS abriu os trabalhos em Nova Délhi com Putin, e a Argélia rompeu com os Emirados.Arquitetura de segurança10 setO combustível vira arma em três continentes no dia 195No dia 195 da guerra, o diesel subiu 24% no atacado americano e o Federal Reserve passou a discutir alta de juros, não corte. Washington e Teerã contam de formas opostas o ataque à base na Jordânia, enquanto o Irã volta a produzir mísseis debaixo da terra. A Rússia recusa a trégua aérea e mira a eletricidade ucraniana. E em Bamako, a Al-Qaeda estrangula a capital do Mali pelo tanque de combustível.Arquitetura de segurança9 setO barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo diaO petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.Arquitetura de segurança8 setA guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávitA terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.Arquitetura de segurança8 setA hipótese Brasil: o silêncio segue e a corte se divideO placar desta terça-feira registra mais um dia sem lance americano contra o Brasil: o escritório de sanções do Tesouro seguiu ativo em outros alvos e mudo sobre o país, nenhuma autoridade de Washington comentou a eleição, e a trilha militar não registrou movimento. Quem trabalhou foi o tabuleiro doméstico: um ministro do Supremo afastou o diretor-geral da Polícia Federal, a primeira pesquisa da série pôs o desafiante numericamente à frente e a bolsa celebrou. E o Canadá começou a pagar, a partir de hoje, o preço de retaliar o tarifaço na mesma moeda, o experimento que a mesa brasileira observa de camarote.Arquitetura de segurança8 setO empate nas pesquisas vira alta na bolsa e a PF perde o chefeA B3 voltou do feriado comprando: o Ibovespa chegou a subir 2,22%, tocando 189.248 pontos e beirando a máxima dos 190 mil, com o dólar caindo a 5,08 reais, no dia em que a BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente num eventual segundo turno pela primeira vez na série, 46% a 45%, dentro da margem de erro. No mesmo pregão, o ministro André Mendonça afastou o diretor-geral da Polícia Federal alegando ter sido monitorado, a Segunda Turma do Supremo formou maioria para referendar, e o mercado leu a crise da corte como notícia boa. O texto explica o que esse preço está dizendo, e o que ele escolhe não ver.Comércio global