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Comércio global
103 análises
8 set
Os enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noite
A leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.
Arquitetura de segurança
7 set
A hipótese Brasil: o Sete de Setembro vira teste de rua
O placar de segunda-feira cobre o fim de semana e a semana à frente: Washington atravessou o feriado sem um lance novo contra o Brasil, com tarifas paradas, escritório de sanções sem menção ao país e trilha militar muda, enquanto o Sete de Setembro põe a tensão da série na rua, soberania na Esplanada de manhã e ato contra o Supremo na Paulista à tarde. A semana guarda o relatório do caso Banco Master com plenária prevista, a inflação dos dois países na sexta e a antessala das decisões de juros. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
Arquitetura de segurança
7 set
A semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810
A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.
Arquitetura de segurança
7 set
O Sete de Setembro se divide entre a Esplanada e a Paulista
O feriado da Independência abre a semana medindo forças em duas avenidas: de manhã, o desfile da Esplanada com a soberania nacional como tema oficial e cerca de 30 mil pessoas esperadas; às 15h, o ato da avenida Paulista convocado pela oposição com as palavras de ordem contra o presidente e contra o ministro do Supremo, embalado pelas mensagens do caso Banco Master. Com a B3 fechada aqui e Nova York parada pelo Dia do Trabalho, a rua vira o único pregão do dia, numa semana que guarda o relatório do caso Master, a inflação dos dois países e a antessala do Comitê de Política Monetária.
Comércio global
5 set
A hipótese Brasil: a semana em que a régua parou e a urna girou
Pela segunda semana seguida, Washington atravessou os cinco dias sem um lance novo contra o Brasil: tarifas paradas, OFAC ativa em Cuba, Rússia, Irã e Venezuela e muda sobre Brasília, trilha militar sem registro. Os ponteiros que giraram foram domésticos: três institutos certificaram o empate técnico, a PGR comprou briga com o relator do caso Master e o presidente do Supremo abriu procedimento com prazo. O placar semanal da série, separando o fato da inferência.
Arquitetura de segurança
5 set
A semana em que o pregão virou pesquisa e a urna virou preço
O PIB de 0,5% veio acima do consenso com o consumo das famílias em queda, a indústria andou 0,2% no primeiro mês sob a tarifa cheia, e três pesquisas em três dias certificaram o empate técnico que fez a bolsa disparar 3%, bater a máxima histórica de 188.891 pontos e fechar a semana no zero a zero, digerindo um emprego americano três vezes acima do esperado. No meio, a balança de agosto entregou superávit de 7,39 bilhões de dólares sob tarifaço e a Europa fechou a porta da carne. O movimento da semana no Brasil.
Comércio global
5 set
Do Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros frios
A guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.
Arquitetura de segurança
5 set
O embargo vira campanha e o cerco chega a dezenove contra um
A semana do eixo começou com lançadores destruídos na ilha de Larak e terminou com uma campanha militar de manutenção sem data para acabar, cerca de 100 alvos atingidos e o aviso de que quem ajudar o Irã pode ser sancionado. Pequim respondeu com três silêncios: nenhuma palavra sobre o aliado bombardeado, uma fila de 5,98 trilhões de yuans no IPO da Enflame e uma nota de rodapé no G20 em que ficou isolada por dezenove a um. O movimento da semana em Potências, a três semanas da mesa de 24 de setembro.
Cadeia de semicondutores
4 set
A hipótese Brasil: dois institutos, um empate e a régua parada
O placar de sexta-feira: a Datafolha pôs o presidente numericamente à frente no segundo turno, 46 a 44, um dia depois de o PoderData ter mostrado o desafiante na ponta, e a eleição chega ao fim da semana como empate técnico certificado por dois institutos. Na crise do Supremo, o presidente da corte abriu procedimento e deu cinco dias úteis para Moraes, Mendonça, o procurador-geral e o diretor da Polícia Federal se explicarem. A régua americana não se moveu: tarifas paradas, escritório de sanções do Tesouro sem menção ao Brasil, trilha militar muda. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
Arquitetura de segurança
4 set
As Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céu
A leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.
Arquitetura de segurança
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