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126 análises
17 set
Eleição 2026: a rodada pende a Flávio e a corte fica sem data
Três pesquisas nacionais divulgadas nesta quinta deram vantagem numérica a Flávio Bolsonaro no segundo turno: PoderData, 46% a 44%, AtlasIntel, 47,2% a 46,8%, e Futura, 48,1% a 43,7%, a única fora da margem. No mesmo dia, Edson Fachin cancelou a sessão que julgaria o caso Mendonça no dia 23, e a crise do Supremo ficou inteira sem calendário. Em Washington, documentos revelados mostram que as exigências americanas para aliviar o tarifaço incluíam a eleição de 2026. O Datafolha com campo até esta quinta sai à noite.
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17 set
Kiev sob ataque no dia em que as sanções chegam a Trump
A leitura cruzada desta quinta: a Rússia lançou 157 drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada em que a Câmara americana aprovou, por 262 a 159, a lei que pune com tarifas de até 100% os compradores de energia russa. O Banco da Inglaterra segurou o juro em 3,75% um dia depois da alta do Federal Reserve. A missão da ONU viu indícios de crimes de guerra americanos no Irã, o Japão trocou ministros sem trocar a política econômica, e a abertura de capital da refinaria Dangote derrubou aplicativos de investimento na Nigéria.
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16 set
A conta da guerra chega ao Pentágono e o mundo espera o juro
A leitura cruzada desta quarta: o inspetor-geral do Pentágono contou 33,4 bilhões de dólares de custo de guerra e centenas de prédios danificados em bases americanas de oito países. A inflação britânica subiu a 3,1% na véspera da decisão do Banco da Inglaterra, o Japão espera a maior taxa de juros desde 1995, e o estreito de Ormuz chegou ao dia 200 com dois navios atacados desde sábado. No México, o segundo Grito de Sheinbaum reuniu mais de 300 mil pessoas, e em Lagos a abertura de capital da refinaria Dangote segue aberta até 13 de outubro.
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16 set
Eleição 2026: quarto empate e a sanção pedida em Washington
A quarta pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta quarta: a DataTrends mediu 45% a 44% para Flávio Bolsonaro no segundo turno, dentro da margem, e as quatro rodadas pós-crise somam duas para cada lado. Um dia depois da sessão que terminou sem decisão, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo começaram em Washington uma série de reuniões para pedir a volta das sanções contra Alexandre de Moraes, agora estendidas a Flávio Dino. O caso Moraes ficou sem data no Supremo; o caso Mendonça e o comando da PF seguem marcados para o dia 23.
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15 set
Eleição 2026: a terceira pesquisa empata e o Supremo se divide
A terceira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta terça: a Indexa mediu 43% a 42% para Lula no segundo turno, dentro da margem, devolvendo o sinal que a Quaest havia invertido. No mesmo dia, o plenário do Supremo passou a manhã discutindo o caso Moraes sem proferir um voto: dois ministros se declararam fora do julgamento, os demais trocaram acusações em público, e a decisão de mérito tende a ficar para o dia 23. Washington segue em silêncio oficial, com sanções em conversa de bastidor.
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15 set
Quatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108
A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.
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14 set
A semana abre com a reunião de Salalah adiada e o barril a 108
A semana que começa perdeu no domingo a única negociação que tinha marcada. Omã adiou, sem data nova, a reunião de Salalah que apresentaria a rota temporária para o estreito de Ormuz, depois de um pedido saudita. Na reabertura dos mercados, o Brent subiu 3,6%, a 108 dólares, máxima de quatro meses. A agenda que sobra é de força e de juros: Copom e Federal Reserve decidem na mesma quarta-feira, e o Supremo define amanhã o comando da Polícia Federal.
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14 set
Eleição 2026: Flávio à frente na Quaest pela primeira vez
A primeira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta segunda: a Quaest mediu 42% a 40% para Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno, dentro da margem de dois pontos, mas com o sinal numérico invertido pela primeira vez na série do instituto. No mesmo fim de semana, ficou público o inquérito do Supremo contra o senador no caso do filme Dark Horse, os dois candidatos passaram o domingo fora das ruas, e o plenário do Supremo decide amanhã quem comanda a PF.
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14 set
O fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêm
A leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.
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12 set
A semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleo
O movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.
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