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Irã

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21 setA semana abre com Irã e Estados Unidos na ONU e o barril a 99A semana que começa herdou do domingo a primeira abertura pública de Trump a um encontro com o presidente iraniano, na Assembleia Geral que abre amanhã em Nova York. O petróleo respondeu antes de qualquer acordo: o Brent caiu 4% e voltou para perto de 99 dólares, o menor nível em onze dias. A agenda datada da semana tem a cúpula com Xi Jinping na quinta, a ata do Copom amanhã e a bandeira tarifária na sexta.Arquitetura de segurança21 setO fim de semana em seis regiões: a Duma muda de tamanhoAs seis regiões no fim de semana: a Rússia deu ao partido do governo a maior bancada de sua história e maioria para mudar a Constituição, sob o maior ataque de drones já feito contra Moscou. A Venezuela foi recebida por dois governos em três dias. A Índia calculou o custo da lei americana sobre compradores de energia russa. E a Nigéria contou 37 mortos sob custódia de uma força federal, muitos deles adolescentes.Arquitetura de segurança19 setA semana em que a guerra travou e a decisão foi para Nova YorkO movimento da semana em Segurança: dez dias sem ataques americanos anunciados contra o território do Irã, a frente ativa deslocada para o mar Vermelho, a lei Graham em vigor e a missão da ONU registrando indícios de crimes dos dois lados. Sem acordo assinado e sem data para Salalah, a semana terminou com os vistos do presidente iraniano aprovados para a Assembleia Geral da ONU, que abre na terça-feira.Arquitetura de segurança17 setO barril cai a 103 e o petróleo saudita volta a cruzar OrmuzO Brent caiu a cerca de 103 dólares nesta quinta, o segundo dia seguido de queda, depois de rodar entre 107 e 109 na véspera. A Aramco, a petroleira estatal saudita, vendeu cerca de 20 milhões de barris a refinarias da Ásia e voltou a embarcar petróleo pelo estreito de Ormuz, transferido de navio a navio sob proteção da marinha americana. Trump disse que a guerra está, nas palavras dele, com sorte perto do fim, e o chanceler do Irã acenou em Pequim com a volta da diplomacia.Comércio global16 setA conta da guerra chega ao Pentágono e o mundo espera o juroA leitura cruzada desta quarta: o inspetor-geral do Pentágono contou 33,4 bilhões de dólares de custo de guerra e centenas de prédios danificados em bases americanas de oito países. A inflação britânica subiu a 3,1% na véspera da decisão do Banco da Inglaterra, o Japão espera a maior taxa de juros desde 1995, e o estreito de Ormuz chegou ao dia 200 com dois navios atacados desde sábado. No México, o segundo Grito de Sheinbaum reuniu mais de 300 mil pessoas, e em Lagos a abertura de capital da refinaria Dangote segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança15 setQuatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.Arquitetura de segurança14 setA semana abre com a reunião de Salalah adiada e o barril a 108A semana que começa perdeu no domingo a única negociação que tinha marcada. Omã adiou, sem data nova, a reunião de Salalah que apresentaria a rota temporária para o estreito de Ormuz, depois de um pedido saudita. Na reabertura dos mercados, o Brent subiu 3,6%, a 108 dólares, máxima de quatro meses. A agenda que sobra é de força e de juros: Copom e Federal Reserve decidem na mesma quarta-feira, e o Supremo define amanhã o comando da Polícia Federal.Arquitetura de segurança14 setO fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêmA leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.Arquitetura de segurança12 setA semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleoO movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.Arquitetura de segurança11 setOs houthis tomam a segunda saída do petróleo no dia 196Os aliados do Irã no Iêmen completaram a tomada de Bab el-Mandeb, o estreito que liga o mar Vermelho ao oceano Índico: depois do porto de Mokha e da cidade de Dhubab, ocuparam a ilha de Perim sem combate. Com Ormuz já fechado pela guerra, as duas saídas marítimas do petróleo do Golfo passam a depender de Teerã e dos seus aliados. No mesmo dia, o BRICS abriu os trabalhos em Nova Délhi com Putin, e a Argélia rompeu com os Emirados.Arquitetura de segurança