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Banco Central

Todas as análises em que Banco Central aparece disputando o excedente.

26 análises

19 setA semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortouO movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.Política monetária18 setJapão sobe o juro a 1,25% e fecha a semana do aperto globalO Banco do Japão elevou nesta sexta o juro básico de 1% para 1,25%, o maior nível desde 1995, por 7 votos a 2. É a terceira decisão do mundo rico na mesma semana e na mesma direção: o Federal Reserve subiu o juro na quarta, pela primeira vez em três anos, e o Banco da Inglaterra manteve a taxa na quinta. Setembro registra a maior alta média de juros das dez economias ricas desde julho de 2023. No Brasil, que cortou a Selic na contramão, o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares em dois leilões extraordinários nesta manhã, com o dólar acima de 5,16 reais.Energia16 setCopom e Federal Reserve decidem hoje em sentidos opostosO Federal Reserve, o banco central americano, anuncia às 15h de Brasília a decisão de juros desta quarta, e os contratos futuros dão 93% de chance à primeira alta desde 2023, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Depois das 18h30, o Copom, o comitê de juros do Banco Central brasileiro, deve anunciar o quinto corte seguido da Selic, de 14% para 13,75%. Se as duas apostas se confirmarem, a distância entre os dois juros encolhe meio ponto num único dia, com o petróleo perto de 108 dólares e o presidente americano pedindo em público o contrário do que o próprio Federal Reserve deve fazer.Política monetária12 setA semana em que o mundo subiu o juro e o Brasil deflacionouO movimento da semana em Finanças: o BCE subiu o juro em Berlim por causa do petróleo de guerra, a inflação americana acelerou e levou a chance de alta do Federal Reserve a 90%, e o Brasil mediu deflação de 0,32%, a maior em quatro anos, com duas travas de prazo curto dentro. Na quarta-feira, Copom e Federal Reserve decidem no mesmo dia, e a distância entre os dois juros pode encolher meio ponto de uma vez.Política monetária11 setA deflação chega no dia em que o juro americano ameaça subirNo mesmo dia, o IBGE mediu deflação de 0,32% em agosto e o escritório de estatísticas americano mediu inflação de 0,4%, puxada pela gasolina da guerra. Na semana que vem, o Copom deve cortar a Selic para 13,75% e o Federal Reserve pode subir o juro. As duas maiores economias do continente passam a andar em direções opostas a três semanas do primeiro turno.Política monetária8 setO empate nas pesquisas vira alta na bolsa e a PF perde o chefeA B3 voltou do feriado comprando: o Ibovespa chegou a subir 2,22%, tocando 189.248 pontos e beirando a máxima dos 190 mil, com o dólar caindo a 5,08 reais, no dia em que a BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente num eventual segundo turno pela primeira vez na série, 46% a 45%, dentro da margem de erro. No mesmo pregão, o ministro André Mendonça afastou o diretor-geral da Polícia Federal alegando ter sido monitorado, a Segunda Turma do Supremo formou maioria para referendar, e o mercado leu a crise da corte como notícia boa. O texto explica o que esse preço está dizendo, e o que ele escolhe não ver.Comércio global7 setO Sete de Setembro se divide entre a Esplanada e a PaulistaO feriado da Independência abre a semana medindo forças em duas avenidas: de manhã, o desfile da Esplanada com a soberania nacional como tema oficial e cerca de 30 mil pessoas esperadas; às 15h, o ato da avenida Paulista convocado pela oposição com as palavras de ordem contra o presidente e contra o ministro do Supremo, embalado pelas mensagens do caso Banco Master. Com a B3 fechada aqui e Nova York parada pelo Dia do Trabalho, a rua vira o único pregão do dia, numa semana que guarda o relatório do caso Master, a inflação dos dois países e a antessala do Comitê de Política Monetária.Comércio global5 setA semana em que o pregão virou pesquisa e a urna virou preçoO PIB de 0,5% veio acima do consenso com o consumo das famílias em queda, a indústria andou 0,2% no primeiro mês sob a tarifa cheia, e três pesquisas em três dias certificaram o empate técnico que fez a bolsa disparar 3%, bater a máxima histórica de 188.891 pontos e fechar a semana no zero a zero, digerindo um emprego americano três vezes acima do esperado. No meio, a balança de agosto entregou superávit de 7,39 bilhões de dólares sob tarifaço e a Europa fechou a porta da carne. O movimento da semana no Brasil.Comércio global4 setO emprego americano chega antes da balança e aperta o câmbioOs Estados Unidos criaram 162 mil vagas em agosto, quase o triplo do que o mercado esperava, e a probabilidade de uma alta de juros na reunião do banco central americano deste mês saltou para cerca de 60 por cento: o dólar tocou 5,13 reais durante o pregão e a bolsa transformou o dia num pêndulo, caindo de manhã, recuperando os 186 mil pontos à tarde e fechando praticamente estável. No meio do caminho, a XP cortou a projeção de crescimento do país de 2 para 1,7 por cento, e a balança comercial de agosto, primeira leitura mensal cheia sob o tarifaço e às vésperas do embargo europeu, sai às 15h.Comércio global1 setAgosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urnaO deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.Comércio global