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Categoria: Leitura cruzada

O mesmo fato lido em seis regiões e em três versões: a da imprensa ocidental, a da outra parte no idioma dela e a da imprensa local. Sai todo dia útil.

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21 setO fim de semana em seis regiões: a Duma muda de tamanhoAs seis regiões no fim de semana: a Rússia deu ao partido do governo a maior bancada de sua história e maioria para mudar a Constituição, sob o maior ataque de drones já feito contra Moscou. A Venezuela foi recebida por dois governos em três dias. A Índia calculou o custo da lei americana sobre compradores de energia russa. E a Nigéria contou 37 mortos sob custódia de uma força federal, muitos deles adolescentes.Arquitetura de segurança18 setA Rússia abre três dias de votação com observadores barradosA leitura cruzada desta sexta: a Rússia começou a eleger os 450 deputados da Duma com voto online em escala inédita, quase 1.300 observadores barrados e mais de 1 milhão de votos antecipados no Donetsk ocupado. A Índia viu a lei Graham transformar em alvo a metade russa do petróleo que importa. Wall Street chega ao vencimento trimestral um dia depois de subir com a alta do Fed, a Argentina voltou a encolher, a semana saudita terminou sob ataques cruzados com os houthis, e a maior abertura de capital da África segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança17 setKiev sob ataque no dia em que as sanções chegam a TrumpA leitura cruzada desta quinta: a Rússia lançou 157 drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada em que a Câmara americana aprovou, por 262 a 159, a lei que pune com tarifas de até 100% os compradores de energia russa. O Banco da Inglaterra segurou o juro em 3,75% um dia depois da alta do Federal Reserve. A missão da ONU viu indícios de crimes de guerra americanos no Irã, o Japão trocou ministros sem trocar a política econômica, e a abertura de capital da refinaria Dangote derrubou aplicativos de investimento na Nigéria.Arquitetura de segurança16 setA conta da guerra chega ao Pentágono e o mundo espera o juroA leitura cruzada desta quarta: o inspetor-geral do Pentágono contou 33,4 bilhões de dólares de custo de guerra e centenas de prédios danificados em bases americanas de oito países. A inflação britânica subiu a 3,1% na véspera da decisão do Banco da Inglaterra, o Japão espera a maior taxa de juros desde 1995, e o estreito de Ormuz chegou ao dia 200 com dois navios atacados desde sábado. No México, o segundo Grito de Sheinbaum reuniu mais de 300 mil pessoas, e em Lagos a abertura de capital da refinaria Dangote segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança15 setQuatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.Arquitetura de segurança14 setO fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêmA leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.Arquitetura de segurança11 setOs houthis tomam a segunda saída do petróleo no dia 196Os aliados do Irã no Iêmen completaram a tomada de Bab el-Mandeb, o estreito que liga o mar Vermelho ao oceano Índico: depois do porto de Mokha e da cidade de Dhubab, ocuparam a ilha de Perim sem combate. Com Ormuz já fechado pela guerra, as duas saídas marítimas do petróleo do Golfo passam a depender de Teerã e dos seus aliados. No mesmo dia, o BRICS abriu os trabalhos em Nova Délhi com Putin, e a Argélia rompeu com os Emirados.Arquitetura de segurança10 setO combustível vira arma em três continentes no dia 195No dia 195 da guerra, o diesel subiu 24% no atacado americano e o Federal Reserve passou a discutir alta de juros, não corte. Washington e Teerã contam de formas opostas o ataque à base na Jordânia, enquanto o Irã volta a produzir mísseis debaixo da terra. A Rússia recusa a trégua aérea e mira a eletricidade ucraniana. E em Bamako, a Al-Qaeda estrangula a capital do Mali pelo tanque de combustível.Arquitetura de segurança9 setO barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo diaO petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.Arquitetura de segurança8 setOs enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noiteA leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.Arquitetura de segurança