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China

Todas as análises em que China aparece disputando o excedente.

96 análises

12 setA semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleoO movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.Arquitetura de segurança12 setA semana em que o Canadá mediu o preço de responderO movimento da semana em Produção: as contratarifas canadenses entraram em vigor com 80% de apoio interno, Washington respondeu com proibições de importação, e no fim da semana os dois lados voltaram a negociar. A China escolheu outra rota: superávit recorde de 119 bilhões de dólares em agosto, com chips crescendo 129,8%, duas semanas antes da visita de Xi Jinping a Washington. Para o Brasil, que negocia a reunião de 30 de setembro, o experimento canadense é a medição que faltava.Cadeia de semicondutores11 setOs houthis tomam a segunda saída do petróleo no dia 196Os aliados do Irã no Iêmen completaram a tomada de Bab el-Mandeb, o estreito que liga o mar Vermelho ao oceano Índico: depois do porto de Mokha e da cidade de Dhubab, ocuparam a ilha de Perim sem combate. Com Ormuz já fechado pela guerra, as duas saídas marítimas do petróleo do Golfo passam a depender de Teerã e dos seus aliados. No mesmo dia, o BRICS abriu os trabalhos em Nova Délhi com Putin, e a Argélia rompeu com os Emirados.Arquitetura de segurança10 setO combustível vira arma em três continentes no dia 195No dia 195 da guerra, o diesel subiu 24% no atacado americano e o Federal Reserve passou a discutir alta de juros, não corte. Washington e Teerã contam de formas opostas o ataque à base na Jordânia, enquanto o Irã volta a produzir mísseis debaixo da terra. A Rússia recusa a trégua aérea e mira a eletricidade ucraniana. E em Bamako, a Al-Qaeda estrangula a capital do Mali pelo tanque de combustível.Arquitetura de segurança9 setO barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo diaO petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.Arquitetura de segurança8 setA guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávitA terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.Arquitetura de segurança7 setA guerra vira caça ao petroleiro e o barril passa dos 97O fim de semana transformou o estreito de Ormuz num duelo de embarcações: Washington atingiu três petroleiros iranianos, Teerã respondeu atacando navios ligados aos americanos e disparando um míssil balístico na direção de navios de guerra, e o Brent abre a segunda-feira acima dos 97 dólares. O Irã promete uma zona restrita no mar e uma rota nova combinada com Omã, o presidente do parlamento iraniano declara as petroleiras americanas alvos legítimos, e a semana corre em silêncio de banco central: decisão europeia na quinta, inflação americana na sexta, Federal Reserve no dia 16.Arquitetura de segurança7 setA semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança5 setDo Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros friosA guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança5 setO embargo vira campanha e o cerco chega a dezenove contra umA semana do eixo começou com lançadores destruídos na ilha de Larak e terminou com uma campanha militar de manutenção sem data para acabar, cerca de 100 alvos atingidos e o aviso de que quem ajudar o Irã pode ser sancionado. Pequim respondeu com três silêncios: nenhuma palavra sobre o aliado bombardeado, uma fila de 5,98 trilhões de yuans no IPO da Enflame e uma nota de rodapé no G20 em que ficou isolada por dezenove a um. O movimento da semana em Potências, a três semanas da mesa de 24 de setembro.Cadeia de semicondutores