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China
Todas as análises em que China aparece disputando o excedente.
96 análises
4 set
As Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céu
A leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.
Arquitetura de segurança
4 set
O barril do Irã encolhe e o aviso de Washington mira Pequim
O secretário de Estado americano avisou nesta sexta-feira que países que ajudem o Irã a driblar sanções podem ser sancionados eles mesmos, no dia em que o balanço oficial da guerra mostrou a exportação iraniana de petróleo reduzida de 1,7 milhão para cerca de 260 mil barris diários. O aviso não nomeia a China, mas o único comprador com escala para absorver esse barril é chinês, e Pequim já tem no papel, desde maio, a proibição de que suas empresas obedeçam a sanções americanas sobre o petróleo iraniano. Tudo isso a três semanas e meia da mesa em que os dois lados prometem revisitar o prazo da trégua tarifária.
Comércio global
3 set
Dezenove contra um: o cerco a Pequim três semanas antes da mesa
Na reunião de ministros de Finanças do G20 em Asheville, sob presidência americana, o Tesouro conseguiu que 19 dos 20 membros assinassem o compromisso de enfrentar o fluxo de exportações baratas, com a China dissentindo em nota de rodapé. Nesta quinta-feira Pequim respondeu em dois registros: o Ministério do Comércio chamou a manobra de protecionismo disfarçado e o banco central prometeu não desvalorizar o yuan. A três semanas da visita de Xi Jinping a Washington, cada lado chega à mesa carregando o que o outro não tem.
Comércio global
2 set
O casamento em Kuhestak e a manhã de mísseis no Golfo
A leitura cruzada desta quarta-feira encontra o Golfo em sua noite mais dura desde julho: os Estados Unidos bombardearam instalações da Guarda Revolucionária, Teerã diz que um dos alvos era uma casa em festa de casamento em Kuhestak, e a resposta iraniana caiu de madrugada sobre Jordânia, Kuwait, Bahrein e Erbil, com o barril passando de 95 dólares. Ao redor, a Ucrânia acordou sob drones com apagões em cinco regiões, Xangai fez fila por um chip, a vizinhança latino-americana trocou acusações e a África recebeu um alerta climático de 162 milhões de crianças.
Arquitetura de segurança
2 set
Xangai faz fila para comprar o chip que a América não vende
A Enflame, última dos quatro dragõezinhos dos chips de inteligência artificial chineses, abriu nesta quarta-feira a subscrição do seu IPO no mercado STAR de Xangai buscando cerca de 6 bilhões de yuans, e a demanda estourou qualquer régua: 4.073 vezes o lote no varejo, com ordens que somam 5,98 trilhões de yuans. No dia em que o pregão chinês precifica a aposta na pilha computacional paralela, a retaliação que Pequim agendou para setembro segue em aberto e o encontro entre os dois presidentes está marcado para o dia 24.
Cadeia de semicondutores
1 set
Agosto nas IAs: o gargalo saiu do chip e virou licença
O deslocamento do mês na economia política da inteligência artificial: agosto abriu com o funil numa sala de empacotamento em Taiwan, mudou o gargalo para o megawatt com 105 bilhões da Nvidia e uma fila de 474 gigawatts auditada no Texas, e fechou com a licença, de exportação, elétrica e social, como o ativo que decide quem liga a máquina. A primeira mensal do pilar.
Cadeia de semicondutores
1 set
Agosto nas Potências: o embargo parou na porta dos bancos
O deslocamento do mês no eixo Washington, Pequim: agosto abriu com um embargo anunciado como dia D econômico e fechou com os bancos chineses intocados, o estreito de Ormuz operando por corredor militar e a visita de Xi Jinping, em 24 de setembro, como o relógio que disciplina os dois lados. A primeira mensal da série.
Comércio global
1 set
Agosto nos seis tabuleiros: o mês dos corredores vigiados
A leitura cruzada mensal de estreia: em agosto, o petróleo atravessou Ormuz por escolta, o grão ucraniano saiu pela Moldávia, o comércio do Golfo virou lista de exceções e a diplomacia circulou sob trégua combinada por telefone. Onde havia direito de passagem, o mês deixou pedágio, escolta e licença. O deslocamento de agosto nos seis tabuleiros.
Arquitetura de segurança
1 set
Três versões para o mesmo estreito e a sexta noite de Kiev
O bombardeio americano do meio-dia no estreito de Ormuz saiu em três versões que não somam uma só: retaliação policial para Washington, agressão contra civis para Teerã, incidente a ser encolhido para o Golfo. Ao redor, Kiev enterra ferroviários depois da sexta noite de mísseis, o México responde ao vizinho com quatro princípios de soberania, as duas Coreias trocam ministros da Defesa no mesmo fim de semana, a Índia retoma o petróleo russo com desconto e o Sahel descobre que a junta do Níger deve o regime ao Africa Corps. A leitura cruzada do dia.
Arquitetura de segurança
1 set
Washington bombardeia o Irã e Pequim discursa sobre outro mundo
Ao meio-dia de Washington, o comando central americano começou a bombardear alvos da Guarda Revolucionária no sul do Irã, resposta aos petroleiros atingidos no estreito de Ormuz, e Teerã devolveu com mísseis contra bases na Jordânia, com o Brent chegando perto dos 94 dólares. No mesmo dia, Xi Jinping fechou a cúpula de Bishkek chamando a ordem multipolar de irreversível e desembarcou no Cairo sem dizer uma palavra sobre o aliado bombardeado, a três semanas de sentar com Trump.
Arquitetura de segurança
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