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Categoria: Segurança

Quem passa a decidir sobre a vida e o território de quem: guerra, sanções, alianças, bases, listas, fronteira. Uma das quatro dimensões do poder estrutural pelas quais o COMPASSO lê a disputa pelo excedente.

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19 outTrump suspende a Lei Graham e a Ucrânia lança mil dronesNa sexta, o presidente americano assinou a ordem que suspende as sanções à Rússia aprovadas pelo Congresso, dias antes de as primeiras punições entrarem em vigor. Na madrugada de domingo, a Ucrânia respondeu com o maior ataque de drones da guerra, com São Petersburgo como alvo principal. A semana tem o juro chinês, balanços de Netflix, Tesla e Meta, o IPCA-15 e o segundo turno de domingo.Arquitetura de segurança17 outA semana em que a guerra chegou ao endereço da AramcoO movimento da semana em Segurança: a guerra do Golfo alcançou um prédio administrativo da Aramco, afundou os primeiros navios de carga no estreito de Ormuz e levou o Conselho de Segurança da ONU a condenar os houthis. Na Ucrânia, a trégua de energia anunciada por Trump terminou a semana sem assinatura, com a maior noite de ataques russos do mês e com Kiev de volta às refinarias. A decisão americana sobre entrar na guerra da Arábia Saudita segue sem resposta.Arquitetura de segurança12 outTrump anuncia trégua de energia e mísseis caem em KharkivO presidente americano anunciou no domingo um cessar-fogo energético imediato entre Rússia e Ucrânia, sem termos e sem assinatura das partes. Horas depois, mísseis atingiram a segunda maior usina de Kharkiv, e o Kremlin seguia em silêncio na manhã desta segunda. A semana tem a inflação americana de setembro, resultados da TSMC, a primeira estimativa da safra brasileira e duas pesquisas do segundo turno.Arquitetura de segurança3 outA semana em que a contraproposta americana chegou a TeerãO movimento da semana em Segurança: depois da rejeição pública de Trump ao plano iraniano, a resposta americana chegou a Teerã por escrito, entregue pelo Catar. Ela aceita os passos, mas inverte a ordem. Enquanto o Irã analisa, um terceiro porta-aviões navega para a região e uma fonte em Teerã fala em preparação para uma grande rodada de combates. Na mesma semana, os Estados Unidos saíram do Iraque depois de 23 anos, e a Rússia aprovou orçamento militar recorde e fechou as três principais pontes de Kiev.Arquitetura de segurança1 outSetembro na Segurança: a travessia de Ormuz virou negociaçãoO deslocamento do mês em Segurança: setembro abriu com Washington bombardeando o sul do Irã. Fechou com uma proposta iraniana por escrito, uma rejeição pública de Trump e uma contraproposta americana entregue pelo Catar. No meio, a guerra fechou as três rotas do petróleo do Golfo, os Estados Unidos deixaram o Iraque depois de 23 anos e a Rússia aprovou o maior orçamento militar desde a invasão da Ucrânia. O controle sobre quem atravessa o estreito deixou de ser disputado a tiros e passou a ser vendido em papel.Arquitetura de segurança28 setA semana abre com a oferta de Ormuz rejeitada e o barril a 107No sábado, Trump rejeitou o plano iraniano de reabrir o estreito em sete dias e disse que o Irã oferece porque está perdendo. No domingo, Teerã respondeu que as condições não mudam e que segue pronta para negociar. O petróleo devolveu a queda da semana passada e abriu a segunda a 107 dólares. No Brasil, a conta chega com a gasolina travada até um dia depois do voto: o barril mais caro fica para depois da eleição.Arquitetura de segurança26 setA semana em que o Irã pôs prazo para reabrir OrmuzO movimento da semana em Segurança: a guerra chegou ao dia 211 com um plano iraniano por escrito para reabrir o estreito de Ormuz em sete dias, entregue em Nova York. Trump rejeitou a oferta em público neste sábado; antes, segundo o Wall Street Journal, já a havia recusado em privado, com a intenção de retomar os bombardeios depois das legislativas de novembro. Enquanto isso, os houthis voltaram a atacar Riade, a França mandou defesa antiaérea para o porto de Yanbu e o barril fechou a semana a 104 dólares.Arquitetura de segurança25 setO Irã oferece reabrir Ormuz em sete dias e o barril caiO chanceler iraniano Abbas Araghchi apresentou aos Estados Unidos, por mediadores, um plano de sete dias: aceitas as condições, o estreito de Ormuz reabre à navegação comercial no sexto dia e a negociação nuclear recomeça no sétimo. A Casa Branca não comentou a proposta e chamou as conversas de positivas e construtivas. O Brent caiu 2,7% nesta sexta, a 103,72 dólares no meio da tarde, no dia 211 da guerra.Arquitetura de segurança22 setTrump põe o acordo com o Irã depois da eleição americanaNa tribuna da Assembleia Geral, Donald Trump disse que decide entre negociar com o Irã e 'aniquilar' o país, e marcou o acordo para depois das legislativas americanas de 3 de novembro. A delegação iraniana deixou o plenário durante a fala. O petróleo, que caía 3% pela manhã com a aposta num encontro imediato, devolveu a queda enquanto o presidente falava. A guerra que fechou o estreito de Ormuz chega ao 207º dia com prazo declarado e sem trégua no meio do caminho.Arquitetura de segurança21 setA semana abre com Irã e Estados Unidos na ONU e o barril a 99A semana que começa herdou do domingo a primeira abertura pública de Trump a um encontro com o presidente iraniano, na Assembleia Geral que abre amanhã em Nova York. O petróleo respondeu antes de qualquer acordo: o Brent caiu 4% e voltou para perto de 99 dólares, o menor nível em onze dias. A agenda datada da semana tem a cúpula com Xi Jinping na quinta, a ata do Copom amanhã e a bandeira tarifária na sexta.Arquitetura de segurança