Pular para o conteúdo

Arquivo

Categoria: Brasil

Arquivo: pilar substituído em 09/09/2026 pelas quatro dimensões do poder estrutural (Segurança, Produção, Finanças, Conhecimento).

25 análises

8 setO empate nas pesquisas vira alta na bolsa e a PF perde o chefeA B3 voltou do feriado comprando: o Ibovespa chegou a subir 2,22%, tocando 189.248 pontos e beirando a máxima dos 190 mil, com o dólar caindo a 5,08 reais, no dia em que a BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente num eventual segundo turno pela primeira vez na série, 46% a 45%, dentro da margem de erro. No mesmo pregão, o ministro André Mendonça afastou o diretor-geral da Polícia Federal alegando ter sido monitorado, a Segunda Turma do Supremo formou maioria para referendar, e o mercado leu a crise da corte como notícia boa. O texto explica o que esse preço está dizendo, e o que ele escolhe não ver.Comércio global7 setO Sete de Setembro se divide entre a Esplanada e a PaulistaO feriado da Independência abre a semana medindo forças em duas avenidas: de manhã, o desfile da Esplanada com a soberania nacional como tema oficial e cerca de 30 mil pessoas esperadas; às 15h, o ato da avenida Paulista convocado pela oposição com as palavras de ordem contra o presidente e contra o ministro do Supremo, embalado pelas mensagens do caso Banco Master. Com a B3 fechada aqui e Nova York parada pelo Dia do Trabalho, a rua vira o único pregão do dia, numa semana que guarda o relatório do caso Master, a inflação dos dois países e a antessala do Comitê de Política Monetária.Comércio global5 setA semana em que o pregão virou pesquisa e a urna virou preçoO PIB de 0,5% veio acima do consenso com o consumo das famílias em queda, a indústria andou 0,2% no primeiro mês sob a tarifa cheia, e três pesquisas em três dias certificaram o empate técnico que fez a bolsa disparar 3%, bater a máxima histórica de 188.891 pontos e fechar a semana no zero a zero, digerindo um emprego americano três vezes acima do esperado. No meio, a balança de agosto entregou superávit de 7,39 bilhões de dólares sob tarifaço e a Europa fechou a porta da carne. O movimento da semana no Brasil.Comércio global4 setO emprego americano chega antes da balança e aperta o câmbioOs Estados Unidos criaram 162 mil vagas em agosto, quase o triplo do que o mercado esperava, e a probabilidade de uma alta de juros na reunião do banco central americano deste mês saltou para cerca de 60 por cento: o dólar tocou 5,13 reais durante o pregão e a bolsa transformou o dia num pêndulo, caindo de manhã, recuperando os 186 mil pontos à tarde e fechando praticamente estável. No meio do caminho, a XP cortou a projeção de crescimento do país de 2 para 1,7 por cento, e a balança comercial de agosto, primeira leitura mensal cheia sob o tarifaço e às vésperas do embargo europeu, sai às 15h.Comércio global3 setO embargo europeu à carne abre a segunda frente do agroEntrou em vigor nesta quinta-feira a suspensão europeia às importações de carnes, ovos, mel e tripas do Brasil, por falta de garantias sobre as regras do bloco para antimicrobianos: com o tarifaço americano ainda de pé, o agro exportador passa a operar com as duas maiores praças do Ocidente parcialmente fechadas. No mesmo dia, a bolsa devolveu o rali de ontem depois de bater máxima histórica intradiária, o PMI de serviços voltou a crescer, e o mercado prendeu a respiração para a Datafolha da noite e a balança comercial de amanhã.Comércio global2 setA bolsa dispara 3% no dia em que a indústria anda 0,2%O IBGE mostrou pela manhã uma indústria que cresceu 0,2% em julho, abaixo do 0,5% que o mercado esperava, no primeiro mês inteiro sob a tarifa americana cheia. À tarde, uma pesquisa Quaest apertou o segundo turno para um ponto de diferença e o Ibovespa disparou mais de 3%, ao redor dos 186 mil pontos, maior nível em quatro meses, com o dólar caindo a 5,10 reais. Entre o dado real da manhã e o dado político do meio-dia, o pregão escolheu o segundo, e essa escolha é o retrato do dia.Comércio global1 setAgosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urnaO deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.Comércio global1 setO PIB de 0,5% divide a cena com as armas e o fundo do TexasO IBGE entregou um PIB de 0,5% no segundo trimestre, acima do consenso, com a agropecuária em alta de 2,8% e o consumo das famílias em queda de 0,4%, e a bolsa emendou a décima alta seguida puxada pelo petróleo da guerra. No mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes mandou o Exército destruir ou doar as armas apreendidas de Jair Bolsonaro, e um relatório do Coaf revelou repasse adicional de 1,66 milhão de dólares ao fundo do filme sobre o ex-presidente no Texas. O relato separa, ponto a ponto, o fato da leitura.Comércio global31 agoO PIB chega na terça, mas a mesa com Washington abre hojeA semana decisiva de agosto para setembro abre com três relógios: às 11h30 os dados fiscais de julho testam a dívida na casa dos 82% do PIB, às 14h30 as equipes de Brasília e Washington fazem a primeira reunião formal do tarifaço, e na terça o IBGE conta quanto a economia cresceu no trimestre, com consenso de 0,2%. Tudo isso com a bolsa vindo de oito altas seguidas, o dólar perto de 5,16 e a campanha entrando na segunda semana em clima de tribunal.Comércio global29 agoA semana em que a economia do eleitor falou dois idiomasDeflação na prévia da inflação, o menor desemprego da série e a melhor semana da bolsa desde abril chegaram juntos com o discurso do novo presidente do Fed admitindo alta de juros e o dólar de volta aos 5,19 reais. Na semana em que a propaganda eleitoral estreou, o governo e a oposição ganharam, cada um, o seu retrato verdadeiro. O movimento da semana no Brasil.Comércio global