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Rússia

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19 setA semana em que a guerra travou e a decisão foi para Nova YorkO movimento da semana em Segurança: dez dias sem ataques americanos anunciados contra o território do Irã, a frente ativa deslocada para o mar Vermelho, a lei Graham em vigor e a missão da ONU registrando indícios de crimes dos dois lados. Sem acordo assinado e sem data para Salalah, a semana terminou com os vistos do presidente iraniano aprovados para a Assembleia Geral da ONU, que abre na terça-feira.Arquitetura de segurança9 setO barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo diaO petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.Arquitetura de segurança8 setOs enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noiteA leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.Arquitetura de segurança7 setA semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança5 setDo Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros friosA guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança4 setAs Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céuA leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.Arquitetura de segurança3 setDuas noites de mísseis e um placar que cada lado conta sozinhoA leitura cruzada desta quinta-feira encontra o Golfo contando mortos que não batem: Teerã diz ter destruído instalações americanas no Kuwait, na Jordânia e no Bahrein, Washington responde que nenhuma base com tropas foi afetada, e o Brent passou de 97 dólares no meio da discordância. Ao redor, Milei fala às 21h em cadeia nacional sobre as Malvinas depois de Washington pôr a soberania em revisão, drones russos apagam 13 regiões da Ucrânia e Moscou cancela voos em massa, o Japão prepara a primeira reforma ministerial de Takaichi e a Uber desliga o motor na Nigéria e em Uganda.Arquitetura de segurança2 setO casamento em Kuhestak e a manhã de mísseis no GolfoA leitura cruzada desta quarta-feira encontra o Golfo em sua noite mais dura desde julho: os Estados Unidos bombardearam instalações da Guarda Revolucionária, Teerã diz que um dos alvos era uma casa em festa de casamento em Kuhestak, e a resposta iraniana caiu de madrugada sobre Jordânia, Kuwait, Bahrein e Erbil, com o barril passando de 95 dólares. Ao redor, a Ucrânia acordou sob drones com apagões em cinco regiões, Xangai fez fila por um chip, a vizinhança latino-americana trocou acusações e a África recebeu um alerta climático de 162 milhões de crianças.Arquitetura de segurança1 setTrês versões para o mesmo estreito e a sexta noite de KievO bombardeio americano do meio-dia no estreito de Ormuz saiu em três versões que não somam uma só: retaliação policial para Washington, agressão contra civis para Teerã, incidente a ser encolhido para o Golfo. Ao redor, Kiev enterra ferroviários depois da sexta noite de mísseis, o México responde ao vizinho com quatro princípios de soberania, as duas Coreias trocam ministros da Defesa no mesmo fim de semana, a Índia retoma o petróleo russo com desconto e o Sahel descobre que a junta do Níger deve o regime ao Africa Corps. A leitura cruzada do dia.Arquitetura de segurança29 agoA folga entre a ameaça e o ato comanda os seis tabuleirosO embargo encolheu no ato do anúncio, a retaliação canadense ganhou lista e data, o estreito de Ormuz reabriu por corredor militar e acordo negado, e a CIA passou horas em Moscou sob uma trégua de drones que acabou em refinaria em chamas. A leitura cruzada da semana nos seis tabuleiros, com as versões ocidentais e locais lado a lado.Arquitetura de segurança