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Categoria: Potências

Arquivo: pilar substituído em 09/09/2026 pelas quatro dimensões do poder estrutural (Segurança, Produção, Finanças, Conhecimento).

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8 setA guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávitA terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.Arquitetura de segurança7 setA guerra vira caça ao petroleiro e o barril passa dos 97O fim de semana transformou o estreito de Ormuz num duelo de embarcações: Washington atingiu três petroleiros iranianos, Teerã respondeu atacando navios ligados aos americanos e disparando um míssil balístico na direção de navios de guerra, e o Brent abre a segunda-feira acima dos 97 dólares. O Irã promete uma zona restrita no mar e uma rota nova combinada com Omã, o presidente do parlamento iraniano declara as petroleiras americanas alvos legítimos, e a semana corre em silêncio de banco central: decisão europeia na quinta, inflação americana na sexta, Federal Reserve no dia 16.Arquitetura de segurança5 setO embargo vira campanha e o cerco chega a dezenove contra umA semana do eixo começou com lançadores destruídos na ilha de Larak e terminou com uma campanha militar de manutenção sem data para acabar, cerca de 100 alvos atingidos e o aviso de que quem ajudar o Irã pode ser sancionado. Pequim respondeu com três silêncios: nenhuma palavra sobre o aliado bombardeado, uma fila de 5,98 trilhões de yuans no IPO da Enflame e uma nota de rodapé no G20 em que ficou isolada por dezenove a um. O movimento da semana em Potências, a três semanas da mesa de 24 de setembro.Cadeia de semicondutores4 setO barril do Irã encolhe e o aviso de Washington mira PequimO secretário de Estado americano avisou nesta sexta-feira que países que ajudem o Irã a driblar sanções podem ser sancionados eles mesmos, no dia em que o balanço oficial da guerra mostrou a exportação iraniana de petróleo reduzida de 1,7 milhão para cerca de 260 mil barris diários. O aviso não nomeia a China, mas o único comprador com escala para absorver esse barril é chinês, e Pequim já tem no papel, desde maio, a proibição de que suas empresas obedeçam a sanções americanas sobre o petróleo iraniano. Tudo isso a três semanas e meia da mesa em que os dois lados prometem revisitar o prazo da trégua tarifária.Comércio global3 setDezenove contra um: o cerco a Pequim três semanas antes da mesaNa reunião de ministros de Finanças do G20 em Asheville, sob presidência americana, o Tesouro conseguiu que 19 dos 20 membros assinassem o compromisso de enfrentar o fluxo de exportações baratas, com a China dissentindo em nota de rodapé. Nesta quinta-feira Pequim respondeu em dois registros: o Ministério do Comércio chamou a manobra de protecionismo disfarçado e o banco central prometeu não desvalorizar o yuan. A três semanas da visita de Xi Jinping a Washington, cada lado chega à mesa carregando o que o outro não tem.Comércio global2 setXangai faz fila para comprar o chip que a América não vendeA Enflame, última dos quatro dragõezinhos dos chips de inteligência artificial chineses, abriu nesta quarta-feira a subscrição do seu IPO no mercado STAR de Xangai buscando cerca de 6 bilhões de yuans, e a demanda estourou qualquer régua: 4.073 vezes o lote no varejo, com ordens que somam 5,98 trilhões de yuans. No dia em que o pregão chinês precifica a aposta na pilha computacional paralela, a retaliação que Pequim agendou para setembro segue em aberto e o encontro entre os dois presidentes está marcado para o dia 24.Cadeia de semicondutores1 setAgosto nas Potências: o embargo parou na porta dos bancosO deslocamento do mês no eixo Washington, Pequim: agosto abriu com um embargo anunciado como dia D econômico e fechou com os bancos chineses intocados, o estreito de Ormuz operando por corredor militar e a visita de Xi Jinping, em 24 de setembro, como o relógio que disciplina os dois lados. A primeira mensal da série.Comércio global1 setWashington bombardeia o Irã e Pequim discursa sobre outro mundoAo meio-dia de Washington, o comando central americano começou a bombardear alvos da Guarda Revolucionária no sul do Irã, resposta aos petroleiros atingidos no estreito de Ormuz, e Teerã devolveu com mísseis contra bases na Jordânia, com o Brent chegando perto dos 94 dólares. No mesmo dia, Xi Jinping fechou a cúpula de Bishkek chamando a ordem multipolar de irreversível e desembarcou no Cairo sem dizer uma palavra sobre o aliado bombardeado, a três semanas de sentar com Trump.Arquitetura de segurança31 agoO tiro de aviso vira troca de tiros e Pequim assiste de BishkekA primeira troca de fogo em um mês entre Washington e Teerã abre a semana com o Brent perto dos 93 dólares: caças americanos destruíram lançadores com minas navais na ilha de Larak no domingo, e o Irã respondeu de madrugada com mísseis interceptados na Jordânia. Do outro lado do eixo, Xi Jinping abre em Bishkek a cúpula que antecede sua ida a Washington, com a fábrica chinesa em contração pelo segundo mês.Arquitetura de segurança29 agoA semana em que o dia D virou tiro de avisoO embargo anunciado como a maior ofensiva financeira da história abriu a semana em vocabulário de guerra e fechou com os bancos chineses intocados, o estreito declarado aberto e o barril 5% mais barato. Entre a força anunciada e a executada, a visita de Xi Jinping em 24 de setembro virou o relógio que disciplina os dois lados. O movimento da semana em Potências.Comércio global